domingo, 27 de dezembro de 2009

Mediunidade e autoconhecimento


"Os Espíritos Superiores têm por missão nos ajudar a compreender o que realmente somos e o que realmente sentimos. Estão sempre nos incentivando a parar de simular a criatura idealizada que imaginamos ser, para que possamos descobrir dentro de nós os sentimentos e atitudes desagradáveis que nos causam tantos transtornos e desarmonia."
"O autoconhecimento é gradativo e deve ser exercitado ao longo de toda a nossa existência. Muitas vezes, se torna um processo doloroso. Outras, é uma estrada repreta de paz e alegria. Mas, de qualquer forma, ele é indispensável para que se efetive a evolução espíritual."
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 20 de dezembro de 2009

O ser translúcido


“Negar os próprios sentimentos e emoções indica autodesonestidade. Ser honestos com nós mesmos implicará, por consequência, uma postura interior que dificilmente nos levará a ser falsos com os outros.”
“O ser translúcido é aquele que adquiriu a qualidade de deixar passar a luz espiritual de forma nítida, sem permitir que obstáculos maiores prejudiquem a autenticidade das manifestações transcendentais. Ele reconhece perfeitamente os próprios sentimentos e emoções.”
Francisco do Espírito Santo Neto pelo espírito Hammed

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Conexão Interior

Programa de rádio com Luiz Antonio Gasparetto na Rádio Mundial
Gasparetto conversando com você - Dia 16/12/2009
Tema: Conexão Interior

domingo, 13 de dezembro de 2009

Senso crítico


“Ninguém vê o mundo da mesma maneira; por isso, todos temos que a aliar ou apreciar a vida, fundamentados na particularidade de nossas experiências pessoais.”
“Dizer simplesmente o que é correto ou incorreto revela muitas vezes apenas um conhecimento subjetivo, pessoal.”
“Cada um de nós é um projeto da Natureza, que nos torna seres originais. Nossa alma tem sua própria história de vida.”

Francisco do Espírito Santo Neto / Hammed

domingo, 6 de dezembro de 2009

Crescimento, não martírio


“(...) analisaremos, aqui, o ‘arquétipo do herói’(...).”
“Quem tem um ‘herói’ dentro de si tem igualmente um outro lado, um ‘mártir’. As pessoas em cuja existência predomina o ‘arquétipo do herói’ vivem heroicamente estressadas.”
“A criatura que vive de modo intenso numa estrutura mental de ‘herói’ irá gerar, consequentemente, uma estrutura oposta – o culto à dor e ao martírio. Essas estruturas se interagem. Ora a personalidade está numa crise de ‘heroica bravura’, ora na crise de ‘sofredora impotente’.”
“Não à glória em sofrer por sofrer!”
Livro: A imensidão dos sentidosFrancisco do Espírito Santo Neto
Pelo espírito Hammed


domingo, 29 de novembro de 2009

Suscetibilidade


“Ressentimento é uma mágoa crônica. Na verdade, a palavra ressentir quer dizer ‘deixar-se sentir novamente’ ou ‘voltar-se ao sentimento passado”.
“As criaturas suscetíveis às ofensas são aquelas que guardam rancor facilmente, remoendo o insulto e intensificando os efeitos debilitantes do ressentimento e da raiva.”
“Guardando melindres e irritação, desorganizaremos os tecidos sutis de nossa alma e intoxicaremos, por conta própria, a vestimenta corpórea.”
“Admitir nossas falhas e não se ressentir é uma fórmula poderosa para remover os obstáculos à boa convivência. Não seria tempo de nos libertarmos dos ‘cárceres’ do rancor e da mágoa?”
Livro: A imensidão dos sentidos – Espírito Hammed – Médium Francisco do Espírito Santo Neto

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Debate na Rádio Jornal do Commercio


Participação de José Antonio no Programa "Super Manhã" com Givanildo Silva na Rádio Jornal do Commercio.

Respostas para algumas das perguntas sugeridas pelos ouvintes.


O Espiritismo é Ciência
Dizemos que o Espiritismo é ciência, porque estuda, à luz da razão e dentro de critérios científicos, os fenômenos provocados pelos espíritos e que não passam de fatos naturais. Não existe o sobrenatural no Espiritismo: todos os fenômenos, mesmo os mais estranhos, têm explicação científica. São, portanto, de ordem natural.

O Espiritismo é Filosofia
O Espiritismo é uma filosofia porque, a partir dos fenômenos espíritas, dá uma interpretação da vida, respondendo questões como "de onde você veio", "o que faz no mundo", "para onde vai, após a morte". Toda doutrina que dá uma interpretação da vida, uma concepção própria do mundo, é uma filosofia.

O Espiritismo é Religião
Dizemos, também, que o Espiritismo é religião, porque ele tem por fim a transformação moral do homem, retomando os ensinamentos de Jesus Cristo, para que sejam aplicados na vida diária de cada pessoa. revive o Cristianismo na sua verdadeira expressão de amor e caridade.

O Sentido da Religião Espírita
O Espiritismo não é uma religião organizada dentro de uma estrutura clerical. Neste sentido, ele é profundamente diferente das religiões tradicionais. Não tem sacerdotes, nem chefes religiosos. Não tem templos suntuosos. Não adota cerimônias de espécie alguma, como batismo, crisma, "casamentos", etc. Não tem rituais, nem velas, nem vestes especiais, nem qualquer simbologia. Não adota ornamentação para cultos, nem gestos de reverência, nem sinais cabalísticos, nem benzimentos, nem talismãs, nem defumadores, nem cânticos cerimoniosos (ladainhas, danças ritualísticas, etc.), nem bebida, nem oferendas, etc.
O culto espírita é feito no próprio coração. É o culto do sentimento puro, do amor ao semelhante, do trabalho constante em favor do próximo. Somente o pensamento equilibrado no bem nos liga a Deus e somente a prática das boas ações nos fazem seus verdadeiros adoradores. Assim, o Espiritismo procura reviver os ensinamentos de Jesus, na sua simplicidade e sinceridade, sem luxo, sem convencionalismos sociais, sem pompas, sem grandezas, pois, como nos recomendou o Mestre de Nazaré, Deus deve ser adorado "em espírito e verdade".
O Espiritismo é o Consolador prometido por Jesus.
"Se vós me amais, guardai meus mandamentos; e eu pedirei ao meu Pai, e Ele vos enviará um outro Consolador, a fim de que permaneça eternamente convosco: O Espírito de Verdade que o mundo não pode receber, porque não O vê e não O conhece. Mas, quanto a vós, vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós. Mas, o consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará, em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará relembrar de tudo aquilo que eu vos tenho dito". (Jesus) - Evangelho de João, capítulo XIV, versículos 15 a 17 e 26.


O ESPIRITISMO FAZ MACUMBA, DESPACHO OU QUALQUER OUTRO RITUAL?
O Espiritismo não tem culto material e nem tem rituais, não prescreve qualquer vestimenta, nem função sacerdotal, não usa imagens, nem faz sacrifícios de animais ou seres humanos, não tem símbolos ou sinais cabalísticos, não faz cerimônias matrimoniais, ou de batismo, nem exorcismo. Resumindo, a Doutrina Espírita tendo como principal objetivo o cultivo dos valores do Espírito é totalmente isenta de atos exteriores. Sua nomenclatura se baseia nas obras da Codificação e suas práticas mediúnicas são executadas dentro de um ambiente evangélico de harmonia e oração, sem qualquer culto exterior ou movimentos e palavreado estereotipados. Suas reuniões mediúnicas são fechadas ao público e conduzidas com rigor, onde não existem velas, cantos, danças, cigarro bebida ou cobrança de taxas.
Compreende-se, portanto, que qualquer culto que contenha tais práticas, não pode e não deve receber a designação de espírita.
"Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" - (João 4.24).
"Amados não deis crédito a qualquer Espírito. Antes, provai os Espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora" - (I João 4.1).
"E não consentia que alguém levasse algum vaso pelo templo.
E os ensinava, dizendo: Não está escrito - A minha casa será chamada por todas as nações casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões.
E os Escribas e príncipes dos sacerdotes, tendo ouvido isto, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam, porque toda multidão estava admirada acerca da sua doutrina" - (Marcos 11.16-18).
"Porque eu quero misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que o holocausto" - (Oséias 6.6).

O ESPIRITISMO FAZ USO DE BOLA DE CRISTAL, PRATICA QUIROMANCIA, ASTROLOGIA, HIPNOTISMO, MAGIA OU PARAPSICOLOGIA?
Dentre uma série de práticas rotuladas erroneamente como espíritas, estão estas e também outras como a terapia regressivas a vidas passadas (TRVP), a transcomunicação instrumental (TCI), a cristalterapia , a cromoterapia, ufologia etc. A maioria delas não possue fundamentação doutrinária lógica, e não encontram respaldo nas obras de Allan Kardec, portanto, não são práticas espíritas.
Qualquer Centro Espírita que se utilize de tais práticas está se desviando dos seus verdadeiros e nobres objetivos.
As notícias frequentemente veiculadas pela mídia em geral, de que os espíritas previram o futuro, fizeram oferendas a Iemanjá, estão ligados a culto demoníaco, dentre outras, comprovam o desconhecimento que existe sobre a Doutrina Espírita, apesar da sua atual expansão e crescente número de adeptos. O Espiritismo não é responsável pelos que abusam do seu nome e o exploram.
Assim como a ciência médica não o é pelos charlatões que vendem suas drogas ou como a religião também não o é pelos sacerdotes que abusam do seu ministério.
"Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores.
Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?" - (Mateus7.15-16).
"Se alguém ensina alguma doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, É soberbo, e nada sabe mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas" - (I Timóteo 6.3-4).
"Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, por que bom é que o coração se fortifique com graça, e não com manjares, que de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram" - (Hebreus 13.9).

EXISTE ESPIRITISMO DE MESA BRANCA?
A Doutrina Espírita não comporta nenhuma ramificação. Como já explicado, por suas convicções dispensa qualquer ritual ou aparato. A designação popular de mesa branca pode ter advindo do fato de que as reuniões mediúnicas espíritas ocorrem, para simples acomodação, com os participantes dispostos ao redor de uma mesa, algumas vezes, com uma toalha branca recoberta sobre ela, o que é absolutamente dispensável. Como tais reuniões tem caráter íntimo e privado, disciplinado e beneficente, o termo mesa branca surgiu para diferenciar o Espiritismo de outros cultos, sendo este termo utilizado popularmente também como sinônimo de Kardecista. Trata-se de um equívoco generalizado, uma vez que só há um Espiritismo (termo criado pelo próprio Allan Kardec) e este não adota práticas exteriores para ser diferenciado. Assim , nem mesa branca, alto ou baixo Espiritismo, Espiritismo elevado etc, são sinônimos de Doutrina Espírita.

domingo, 22 de novembro de 2009

Autoconsideração


“Indivíduos que não se valorizam criam em seu campo magnético – aura humana – energias negativas e são mantidas por pensamentos habituais de autodesvalorização. A partir daí, materializam acontecimentos inconvenientes e atraem indivíduos semelhantes (encarnados ou desencarnados) à sua maneira inadequada de se comportar diante das pessoas e dos acontecimentos.”
“Por exemplo, se repetirmos constantemente para nós mesmos que somos indignos, tolos e desprezíveis, atrairemos ondas mentais similares a esses autoconhceitos, porque chamaremos para nós sentimentos semelhantes de outras criaturas. Pudera, nós vibramos contra nós mesmos!...”
“A autoconsideração, isto é, o amor a nós mesmos, é o melhor antídoto contra as energias deletérias.”
Hammed / Francisdo do Espírito Santo Neto

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Programa de rádio com Gasparetto


Programa "Gasparetto conversando com você" da Rádio Mundial.
Do dia 18 de novembro de 2009.
Assuntos abordados:
O momento atual; transição planetária; o plano astral diante da separação do joio e do trigo; autonomia e firmeza; pensamentos da nova era e conversa com os ouvites pelo telefone.

domingo, 15 de novembro de 2009

O reverso da liberdade


“Controladores” são indivíduos que possuem um estilo de comportamento que constrange, domina e impõe. Por meio de uma simulação consciente, ou não, tentam forçar os eventos da vida a acontecer quando e como querem.
O maior desatino dos “controladores” é que para dominar precisam, antes de tudo, viver distanciados de seus próprios sentimentos, que, acreditam, poderiam deixá-los vulneráveis diante dos outros. Não se arriscam a mostrar com se sentem realmente.
Às vezes, a “máscara da fragilidade” é um recurso utilizado pelos mais poderosos “controladores”.
“Apenas escolhendo o autocontrole é que atingiremos a verdadeira libertação. Não conseguiremos evoluir emocional, intelectual e espiritualmente se estivermos desgastando nossas energias para comandar a vida dos outros.
Quando delegamos o controle de nós mesmos a uma outra criatura, seja ela quem for, talvez estejamos renunciando ao nosso mais importante direito inato: a liberdade.

Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 8 de novembro de 2009

Formas-pensamentos


“A faculdade humana da imaginação traz a capacidade de criar imagens no plano astral. Essas ‘formas mentais’ não são passivas; ao contrário, agem ativamente em torno de seu criador.”
“Pensamentos, ideias, conceitos e auto-avaliações, positivos ou negativos, são elementos dinâmicos de indução e influenciam nosso halo mental, formando ‘realidades energéticas’ ou ‘formas-pensamentos’. Através do princípio da repercussão. Exteriorizamos essas ‘formas-pensamentos’, que, na realidade, não ficam sepultadas no inconsciente, mas se encontram na borda de nossa aura espiritual.”
“A durabilidade das imagens criadas ficam apenas algumas horas ou durante anos na atmosfera das criaturas ou no ambiente em que foram geradas.”
“Se nós criamos e convivemos internamente com essas estruturas psíquicas, podemos reforçá-las ou eliminá-las, simplesmente mudando nosso jeito de pensar e agir.”
Do livro “A imensidão dos sentidos”
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 1 de novembro de 2009

Entendendo as contradições


“Se não exercitarmos o autoconhecimento, seremos pessoas sempre muito confusas, sem possibilidades de desenvolver uma coerência interna sobre nossos sentimentos e pensamentos e sem condições básicas de transmitir o que pensamos ou sentimos.”
“Portanto, nosso modo de entender ou compreender alguma coisa deve-se a causas situadas nas profundezas de nossa alma, a qual se encontra em constante aprendizagem pelos caminhos da vida.”
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 25 de outubro de 2009

Personalidade perfeccionista


“Enquanto que o perfeccionismo busca efeitos imediatistas, o crescimento é um mecanismo perfeito e gradual.”
“Esperar de nós e dos outros a perfeição é profundamente destrutivo para nosso relacionamento interpessoal. O perfeccionismo nos coloca num estado tão grande de ansiedade e inquietação, que cometemos mais erros do que o normal, porque, em vez de aceitarmos a possibilidade do desacerto, ficamos amedrontados com a expectativa da perfeição.”
“O perfeccionista perde sua autenticidade.”
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Gasparetto conversando com você


Programa de rádio apresentado por Luiz Gasparetto na Rádio Mundial
Programa do dia 21/10/2009

domingo, 18 de outubro de 2009

Ausência de limites


“Ter limites é pensar e agir de forma que se possa defender os verdadeiros direitos pessoais. É o ato de concretizar nossos sentimentos e pensamentos sem subtrair os direitos dos outros, ou seja, é escolher atividades e tomar atitudes com respeito pelas pessoas e por nós mesmos.”
“Geralmente, atitude de proteger e auxiliar a todos, indiscriminadamente, se baseia numa relação insana de superproteção.”
“(...) esquecidos de que, quando estamos maduros, a evolução acontece de forma espontânea e prodigiosa.”
“A única pessoa que podemos “salvar” é a nós mesmos, pois cada um é responsável apenas por si. Não é preciso nos martirizar; simplesmente, confiemos que o crescimento espiritual só acontece quando estamos convictos de agir de maneira diferente, decididos a buscar novos caminhos e a assumir o controle de nossa própria vida.”
“O indivíduo equilibrado e amadurecido sabe, antes de tudo, que não precisa ficar no encalço de redenção de almas ou viver só pensando nos outros, exaltando o esforço e o sacrifício. Não deve subestimar a lei de progresso que existe em germe em cada indivíduo, produto genuíno de sua filiação divina. Compreende perfeitamente que a aprendizagem espiritual é relativa em cada indivíduo e que ninguém poderá fazê-la por nós nem pelos outros.”
“Limites são pré-requisitos para demarcar nossas fronteiras energéticas. Quando abrimos mão de tudo, impensadamente, não identificamos onde nós terminamos e onde o outro começa. Não somente fica fragilizado nosso território magnético, mas também o corpo físico e o astral, o campo emocional e o mental, além de nossos bens e direitos.”
“Indivíduos descontrolados não possuem limites. Não respeitam as possibilidades, tampouco a individualidade dos outros. Invadem, de forma constante, nossa privacidade e transgridem nossos territórios emocionais, acreditando estar no direito de fazer isso.”
“Desenvolver limites saudáveis nos dá uma percepção exata de até onde nos permitimos ir, em relação com os outros e com nós mesmos. Precisamos aprender a “dizer sim”, ou a “dizer não”, quando necessário.”
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Programa de rádio com Calunga - Rádio Mundial


TEMA: DOMÍNIO INTERIOR
Calunga ensina como educar a mente,
através de exercícios práticos.
Ensina um diálogo didático para fazer com a
mente, com calma sem briga.

domingo, 11 de outubro de 2009

A intolerância como animismo


“A palavra “anímico” tem sua origem na latina “animus”, que significa “alma”. Os bons dicionários conceituam “anímico” como pertencentes ou relativo à alma. Na mediunidade, o fenômeno anímico ocorre através das faculdades psíquicas utilizadas com a colaboração, consciente ou inconsciente, dos médiuns em atividade.”
“A manifestação dos Espíritos ocorre a partir das faculdades anímicas dos sensitivos. Portanto, em todas e qualquer mensagem de cunho espiritual haverá sempre a participação do intelecto e do sentimento da criatura que a transmite. É muito difícil dissociar a mente inconsciente das diversas expressões e habilidades da vida humana. Em razão disso, o animismo parcial é perfeitamente aceito e compreensível nas manifestações mediúnicas;”
Francisco do Espírito Santo Neto / Hammed


Nos que fazemos o blog Programa Visão Espírita agradecemos os mais de 8.0000 (oito mil) acessos. Porém gostaríamos que vocês que nos visitam deixassem os seus comentários, com suas críticas, dúvidas e sugestões.
Obrigaduuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Zíbia Gasparetto


Programa de rádio "Zíbia Gasparetto Conversando Com Você" da Rádio Mundial.
Vale a pena ouvir!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Discipline sua mente - Calunga


Programa "Gasparetto conversando com você" da Rádio Mundial do dia 30/09/2009 que foi apresentado pelo espírito Calunga através do médium Luiz Gasparetto. O programa tratou basicamente sobre a disciplina da mente. Vale a pena ouvir!

domingo, 27 de setembro de 2009

Ponte para a sanidade


"Todos nós somos herdeiros de inúmeras experiências do pretérito. Encontram-se impressos em nossos painéis do inconsciente profundo, idéias e conceitos incorrretos, remanescentes do passado distante, transportados desde tempos imemoriais em nosso arcabouço psicológico.
Hammed / Quico

"Jung havia estabelecido que o ser humano é possuidor de uma estrutura bipolar, agindo entre esses dois diferentes estados da sua constituição psicológica, qual ocorre com os arquétipos anima e animus.
"A sombra existente no ser humano não deve ser combatida, senão diluída pela integração na sua realidade existencial."
Joanna de Ângelis / Divaldo

sábado, 26 de setembro de 2009

RESPEITE O SEU DOM - Calunga/Gasparetto


Programa de rádio - Gasparetto conversando com você - Rádio Mundial do dia 23/09/09.
O programa foi novamente apresentado pelo espírito Calunga, que falou sobre nossos dons e sobre nossa conexão com o Universo. Vale a pena ouvir!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O Arauto da Nova Era


Alex Alprim - http://www.revistasextosentido.net/news/o-arauto-da-nova-era/Conhecido mundialmente por suas pinturas mediúnicas, quando recebe a influência dos mais famosos artistas de todos os tempos, o psicólogo Luiz Antonio Gasparetto vem se tornando, ao longo dos anos, um dos mais importantes exponentes do espiritualismo moderno.
Hoje, o nome de Luiz Antonio Gasparetto é conhecido no país inteiro como sinônimo de alguém que busca, com toda sua força e capacidade, melhores caminhos para a condição humana na Terra. Mais do que um médium excepcional, ele é um ser humano repleto de idéias inovadoras, às vezes polêmicas, que faz questão de compartilhar com todos os que procuram um contato maior consigo mesmos.
Em entrevista exclusiva à Sexto Sentido, Gasparetto expôs suas visões renovadoras da vida, sobre as quais fala com a franqueza e simplicidade de quem não deve satisfação a ninguém, só a si mesmo.

Com que idade ocorreu o primeiro fenômeno mediúnico em sua vida, e como isso aconteceu? Eu estava com 13 anos de idade. Foi durante uma sessão de estudos kardecistas com meus pais: eu entrei em transe e fiquei paralisado. Foi o primeiro fenômeno mais intenso. Em seguida, contei para minha mãe e ela me levou a uma sessão, quando tudo começou a surgir. Anteriormente, vários fenômenos já haviam acontecido, mas eu não tinha consciência de que eram fenômenos. Não tinha referencial de sensações, de visões, sonhos ou percepções. Pensava que aquilo era natural. Justamente nessa época eu comecei a ter consciência de que certas coisas eram paranormais. Mas eu sempre tive essas experiências, a vida toda.

Dos fenômenos que você vivenciou, qual realmente marcou você e lhe trouxe um sentimento mais forte? Acho que a coisa mais bonita que já me aconteceu foi a viagem astral. Você sai do corpo, cem por cento lúcido, sem a menor diferença de estar aqui. E com consciência, com a lucidez do que está fazendo. É uma coisa inexplicável, uma sensação extraordinária. A visão que passamos a ter de nós mesmos, de todas as coisas, da vida, é mágica. Nós vemos o corpo ali, mexemos no próprio corpo. É uma coisa muito forte.
Essa experiência tem vários aspectos. Você não está acostumado a ver seu próprio corpo. Quer dizer, você vê no espelho, que é uma imagem deformada. E, de repente, você vê seu corpo ali, na sua frente. É uma coisa impressionante. Mexe com o que a gente pensa, com o que a gente sente por nós mesmos e pela vida. A certeza da eternidade é uma coisa extraordinária, muda completamente a pessoa. Essas experiências foram as mais fortes. Nunca mais tive nada tão importante.

Com relação aos fenômenos paranormais, no início as coisas aconteciam alheias à sua vontade ou você desejava que eles acontecessem? A mediunidade é sempre assim, espontânea, quando se refere aos espíritos. Não tem essa coisa de desejo. Achar que existe uma influência do desejo é mentira. Aliás, tudo que é espontâneo é contra o desejo. Tudo que você quer controlar jamais funciona. O mundo da mediunidade é um mundo espontâneo. Mas, como o potencial chamado mediúnico é um conjunto muito grande de fenômenos completamente diferentes, de naturezas diferentes, então espontâneo se torna uma palavra meio perigosa. Existem fenômenos que estão sob a sua vontade, você pode usar quando quer. Por exemplo, eu faço leitura corporal, a situação psico-emocional da pessoa, só de botar o olho nela, quando quero. Tem certas coisas que estão sob o controle da vontade e outras que só ocorrem dentro de certas variáveis. Até a umidade do ar pode interferir.
A pessoa pode ter sensibilidade, mas nem sempre controla o fenômeno. Como é que eu vou controlar a presença do Picasso e fazer ele ficar aqui e pintar? Não tem como controlar, é um outro arbítrio. A não ser que haja uma combinação entre nós, assim como acontece com qualquer outro companheiro de trabalho.
A vontade não interfere. Quanta gente não quer ter, mas tem? Foge dos fenômenos como o diabo da cruz; mas não adianta: eles estão lá. Pessoas que têm medo ou preconceito, profundamente traumatizadas desde a infância porque têm vidência.
Qualquer tipo de sensibilidade desequilibra a pessoa. Pense em quem tem uma sensibilidade musical ou poética muito grande. Ela já é diferente e, se não tem uma personalidade capaz de sustentá-la, essa sensibilidade se torna uma coisa perigosa. Com a percepção extra-sensorial é o mesmo: ela perturba a pessoa. Primeiro, porque existe uma falha muito grande no mundo, que é achar que isso só acontece com pessoas especiais, o que é uma mentira. Todo mundo tem o sexto sentido. Todo o mundo já experimentou a sensação de estar no quarto, sentir uma presença e, quando olha, não vê ninguém. Porque lá tem uma entidade, lógico. E é a mesma sensação que se tem quando existe uma pessoa mesmo.
Nós temos uma maneira de perceber presenças, que se chama sexto sentido. É a capacidade de sentir a energia bio-humana, e são fenômenos normais, cotidianos. Só que nós não temos uma moldura para isso. Nossa cultura ficou nos cinco sentidos e tendeu a negar o sexto, só que ele também faz parte de nós. Com a simpatia é a mesma coisa. É uma comunicação energética.
Meu trabalho é fazer com que essa realidade escondida apareça e a pessoa comece a ver que tem um dom de perceber situações energéticas, que isso faz parte dela, e influi em suas respostas e na maneira de se relacionar com os outros. Que somos influenciados pela energia dos outros. Existem alguns que têm um sexto sentido mais aguçado e costumam dizer que são médiuns, mas é só hipersensibilidade. Todos temos, mesmo porque nosso sistema não foi feito para viver aqui, na Terra, mas no mundo energético, no mundo astral. Tanto que você não agüenta ficar muito tempo aqui: você precisa dormir toda noite.
Ver o ser humano como energia nos faz compreender muitas coisas que pareciam milagrosas. Um passo importante é perceber que esses assuntos não são religiosos.

Quando você pinta os quadros e nos fenômenos que envolvem outros espíritos, ocorre o que se chama de ‘incorporação’ ou um processo de canalização de energias? Todo fenômeno, sendo energético, é um processo de transmissão. Existem várias transmissões. Um campo transfere sua vibração a outro campo. É assim que se processa dentro do mundo energético. Você está do meu lado e, vamos supor que esteja angustiado e eu estou receptivo. De repente, minha aura começa a reproduzir sua angústia e eu passo a me sentir angustiado também. Campo com campo copia, xeroca. Se seu campo é mais intenso que o meu, o meu copia. Se o meu estiver mais intenso, ele não copia. Depende da freqüência, da intensidade, da vitalidade com que ele está. Então, se existe uma sensibilidade, um campo amplo, aberto e muito plástico, e de repente se aproximar uma pessoa, que no caso pode ser um desencarnado, que está ali pensando em alguma coisa, sentindo alguma coisa, imediatamente meu campo passa a reproduzir.
Incorporar não existe. O único modo de entrar dentro do sistema da pessoa só ocorre nas mulheres e por um segundo, quando o organismo se abre para que outro ser entre, que é na hora do reencarne. E nunca mais. A experiência que acontece na gravidez é das mais incríveis, pois o espírito realmente fica dentro. Mas, mesmo assim, é uma experiência violenta. Por isso a mulher muda completamente, porque a influência da personalidade ali é forte.
Não existe obsessão, não tem nada que ‘tome’ alguém. Tomar alguém é tomar a vontade de alguém. E, falando de obsessão, existem mais pessoas aqui na Terra obsediando outras do que existe de desencarnado.

Uma das perguntas freqüentes de quem assiste a sessões mediúnicas se refere ao sotaque das entidades. Muitas vezes, o médium fala com o sotaque do idioma natal de determinado espírito, outras não. Às vezes, fazem uma pergunta no próprio seu idioma do espírito e ele não compreende. Acredito que isso seja uma maneira de, primeiro, diferenciar o espírito do médium, de criar uma personalidade, porque eles estão lidando com a não-imagem, a não-voz. Não tem nada que possa se apresentar — é tudo através de alguém que já é alguém, que já tem voz, já tem cara e personalidade. Muitos deles preferem caracterizar-se para ter um fácil reconhecimento, identificação, criar uma relação. Isso para mim é interessante, porque eu sou Gasparetto, tenho esta personalidade, esta voz, este jeito. Quando vem o Calunga, ele tem uma voz diferente, um jeito diferente de falar, um modo diferente de pensar. Para a pessoa que está ali fica mais fácil se relacionar ou perceber a hora exata em que eu saio e ele entra. Se fosse o Gasparetto, com a minha voz, é uma coisa que às vezes demora tempo para perceber. Mas às vezes acontece de eu estar dando aula e, de repente, vem alguma coisa e eu permito, pois sei que são coisas interessantes, e as pessoas pensam que sou eu. Só as pessoas mais acostumadas a freqüentar as aulas é que percebem que já não sou mais eu.

E quando ocorre do médium estar falando com sotaque e, de repente, ele volta a falar normal, embora a entidade continue se manifestando? Aí está acontecendo algum problema de descontato. O que acontece é que o fluxo do transe não é constante. É como na televisão: se não tivesse mecanismos estabilizadores a imagem ficaria piscando. Há campos que têm problemas de sintonia. Na mediunidade, têm dias em que está melhor e outros em que está pior. Não é uma coisa regular. É por isso que, quando o espírito se manifesta, ele treina muito com a gente e vamos nos afinando para tentar fazer com que a coisa fique mais regular. Quanto mais você convive com ele, melhor fica. Mas é instável. A estabilidade da freqüência do transe vai depender também dos estados emocionais. Quando o indivíduo está inibido ou quando, por vaidade, está com medo do que os outros vão pensar, já começa a interferir imediatamente na sintonia. O melhor estado é quando você está confiante, relaxado, cuca fresca. Preocupado, o transe começa a se tornar inseguro, falho. E existe o material do subconsciente que interfere. Todo médium tem uma quantidade de material que ele mistura. Então, nunca é uma pintura pura ou o Calunga puro. Não que eu queira fazer isso, mas esse material sai, o material que eu acumulo, aquilo que eu penso, que eu vivo, que eu acredito. É o inconsciente, o subconsciente. O trabalho de uma manifestação é sempre uma mistura. Em alguns momentos nós estamos com a vida psicológica mais relaxada, o que favorece um transe mais puro. Em outros, esse nível de pureza tende a cair e haver maior interferência. É completamente inconstante, como eu posso ser inconstante em minha personalidade. A sensibilidade flui como a personalidade. Não é independente.

Existem provas técnicas de que as pinturas mediúnicas realmente foram feitas por quem as assina? Existem estudos. Eu não posso chamar de provas, inclusive porque essa palavra é muito perigosa, no sentido do quê se pode considerar uma prova. É prova para quem? Nenhum de nós aqui tem capacidade de entender quais eram as provas que Einstein tinha para explicar a teoria da relatividade, já que nenhum de nós é físico o suficiente para entender essas provas. A prova depende da capacidade do indivíduo em entender algo como prova. Então, em assuntos delicados, novos, difíceis, depende. Existem estudos que levam a evidências. Existem estudos da assinatura feitos por grafólogos brasileiros e franceses. Existem os próprios estilos, comparados aos estilos dos mestres. Existe até a própria evolução da assinatura, ou seja, a forma como a assinatura estava evoluindo e se modificando em vida, e que continua se modificando após a morte.

Você já teve contato com extraterrestres? Já presenciou ou vivenciou algum tipo de canalização? Graças a Deus isso não é muito freqüente. Não é uma coisa que eu goste. Não tenho medo, não. Eu acho que o contato com extraterrestres desequilibra muito as pessoas. Talvez porque esses seres tenham uma dinâmica diferente, uma energética diferente e, em vez de fazer bem, fazem mal. Muito mal. Não porque são maus, não é isso. É o contato. O que eu tenho sentido é que as pessoas reagem muito mal às coisas diferentes. Com pessoas, seres humanos ou lugares um pouco diferentes, as pessoas já implicam. Até mesmo com algum tique de amigos a gente já se incomoda, se perturba. E, se é um pouquinho mais exótico ainda, as pessoas perseguem. O ser humano é bestial com a diferença. Esse tipo de situação, quando se está na presença de uma criatura muito diferente de nós, ou que seja, na energia de uma pessoa muito diferente, isso desequilibra totalmente o indivíduo. É por isso que eles têm problema de se mostrar e se aproximar. Eles têm de fazer isso com muita reserva, senão causam mais mal do que bem. Eu tive algumas experiências fora do corpo, tive alguns avistamentos. Cara a cara, nunca, mas estive fora do corpo, vi e conversei. Eu sei que existe, embora o ser com o qual eu entrei em contato não tivesse nada de diferente do ser humano. Em todo caso, eu sei que existe todo tipo de coisa porque já li sobre o assunto e li outras pesquisas. De qualquer maneira, contato com eles, eu não recomendo.

Uma pessoa que viajou com você a Macchu Picchu, alguns anos atrás, relatou um acontecimento fora do normal. Todo o grupo presenciou você canalizar uma entidade inca, que deu origem a uma experiência espantosa. Você poderia nos falar sobre essa experiência? Existe um deva. Devas são seres de uma raça paralela à nossa, que conhecemos como fadas e seres elementais, muito ligados ao clima e a um determinado local. O grupo foi passar a noite em Macchu Picchu e a entidade disse que iria fornecer provas de que existia. Falou que o céu, que estava nublado, iria se abrir, e realmente abriu, formando um círculo. Disse que um pássaro iria cantar no silêncio e ouvimos um som estranhíssimo de um pássaro, com voz extraordinária. O terceiro sinal era de uma bruma que iria cobrir tudo e, não deu dois minutos, uma neblina desceu e nos cobriu por completo.
Já que estávamos lá para ter contato com alguma coisa mais, em busca de uma resposta, acho que foi uma maneira das entidades nos mostrarem que na natureza existem forças que nós desconhecemos e que temos de estar abertos. Acho que a melhor coisa que pode acontecer a um ser humano é ele se abrir. Temos uma cultura religiosa profundamente limitante e uma ciência ainda mais, pior do que a religião. A religião fez muito estrago e a ciência está fazendo ainda mais, porque são dogmáticos como eram os antigos religiosos, e isso não é a verdadeira ciência.
Existe um dogmatismo científico que não é o verdadeiro pensamento científico. Fechado, com uma visão tacanha, materialista, conservadora, num mundo em que estamos precisando cada vez mais de abertura. Pé no chão, sim; senso, sim; pesquisa e estudo, sim; mas muita coragem para acreditar ou não acreditar. Eles estão atrás de explicações, estão preocupados com o que vão dizer e isso é errado na ciência, que deve estar atrás de compreender e não explicar. Explicar não serve para nada. Compreender é fazer parte, é onde nasce o verdadeiro entendimento do ser humano.
A fundamentação da base científica está se modernizando, se alterando. Mas há o politicamente correto de achar que a ciência é um ponto de segurança para a humanidade. Então, todo mundo se segura na ciência como se segura em Jesus Cristo, como crente se segura na cruz. Esse medo de mexer no estabelecido está atrasando muito. A medicina está completamente acabada. Ela jamais curou alguma doença ou explicou por que ficamos doentes e se dão ares de donos da bola. Insistem em não incorporar as outras áreas humanas que são a mente, a emoção, a vida emocional da pessoa. Querem ignorar, como se nosso corpo ficasse doente por acaso. Isso está estabelecido e a humanidade colabora, ela fecha os olhos. Vou levar meu corpo para ser curado como levo um carro para trocar o pneu. Não quer dizer que a medicina é inútil; ela tem a sua utilidade. Mas que existe um contexto explicativo enganoso, existe.
Quero saber os porquês. Por que acontece de um jeito e não de outro, por que um câncer no fígado e não na orelha ou no pé? Por que o sistema imunológico não responde, ou responde a algumas coisas, mas não a outras? Essas perguntas logo vão induzir você ao emocional, ao mental, a outros dados e termos cuja existência eles querem ignorar. Claro, a resposta deve estar em outros níveis do ser humano. Qualquer pessoa mais experiente já sabe, qualquer médico um pouquinho mais aberto já sabe. Porque isso vai levar à destruição de todo o conceito humano, de sociedade, de educação, de vida, e isso só vai acontecer a partir de uma revolução.
E essa revolução está acontecendo. Cada dia se crê menos na medicina tradicional, no sistema, na política, no exército, na religião, nas instituições como elas se apresentam. Estamos vivendo uma revolução profunda de visão da vida e de nós mesmos, e ninguém vai escapar.

Gostaria que você deixasse uma frase ou uma idéia para os leitores da revista em relação ao que pode ser esse novo milênio, ou qual o lema para o novo milênio. Só tem uma saída, um caminho. Tudo é exatamente individual. Enquanto o homem não pensar assim, não haverá condição. No universo, tudo se organiza na individualidade, não no coletivo. Eu não moro na mesma São Paulo. Você tem uma São Paulo, eu tenho outra, porque a sua vida corre de um jeito e a minha de outro. Cada um tem um mundo. Tudo gira em torno da individualidade, mas ninguém pensa assim, nem a sociedade, nem a lei, nem a justiça. O homem tem que começar a pensar pondo a individualidade no centro. Eu sou eu, sou uma coisa. Como é essa coisa 'eu'? Não é comparável com nada: não tem modelo, não tem normal, não tem certo, não tem errado. É mentira dizer que a fraternidade só existe se formos iguais. A fraternidade consiste em aceitarmos as diferenças.
O processo político não é do socialismo, é do individualismo. Da iniciativa privada, da iniciativa particular. Nós temos que tirar o poder do governo e colocar nas pessoas. Mas as pessoas querem um paizinho. Existe um centro coordenador, administrador, claro, isso precisa. Ele tem apenas de coordenar as forças sociais para haver um certo equilíbrio. O resto é a iniciativa privada que deve fazer. Até a polícia. O brasileiro precisa, acima de tudo, redefinir qual é a função do governo e assumir mais responsabilidade pela própria vida. E parar de pagar a conta de quem não quer trabalhar, não quer estudar, não quer fazer nada. Aqui, se a gente tem um pouco mais, querem nos fazer sentir culpados e responsáveis pelos desgraçados. Isso não está certo.

domingo, 20 de setembro de 2009

AUTO-OBSESSÃO



“A influência obsessiva da alma sobre si mesma denomina-se auto-obsessão. A criatura passa a ser “a opressora de si própria”; há um verdadeiro “campo de batalha” em seu mundo interior, provocando alterações de comportamento físico, emocional e mental.”

“(...) as almas em desarmonia íntima são semelhantes a um ímã: atraem para si forças destrutivas que lhes assinalam o âmago, projetando teias enfermiças através de sua atmosfera psíquica ou de aura doentia.”

“Aquele que se encontra em auto-obsessão experimenta um modo de viver complicado ou embaraçado.”
“Para nos libertarmos das prisões da auto-obsessão, é necessário exercitarmos a auto-observação e aprendermos a testemunhar nossos próprios pensamentos, emoções, atos e atitudes.”
“Além disso, é imprescindível aquietarmo-nos numa aceitação serena e honesta, admitindo o que somos e o que sentimos, sem jamais nos condenarmos ou punirmos.”
A imensidão dos sentidos – Francisco do Espírito Santo Neto/Hammed




Passeata por tolerância religiosa leva fiéis à Praia de Copacabana
Eles ocuparam a Av. Atlântica em defesa da liberdade de culto.

Organizadores estimam participação de 40 mil pessoas.
Cerca de 40 mil pessoas participaram neste domingo (20), na Praia de Copacabana, Zona Sul do Rio, da segunda Caminhada em Defesa da Liberdade Reiligiosa. Os números foram divulgados pela organização.

Vestidos de branco em sua maioria, os fiéis ocuparam a Avenida Atlântica entoando cânticos e celebrando liberdade de culto, contra a intolerância religiosa.

“Todo mundo tem o direito a escolher o que quer para si. No meu caso, resolvi ser umbandista. As pessoas têm que respeitar”, afirmou Elisângela de Lima Basílio, gestora de Marketing.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Programa de Rádio com Calunga


Programa de Rádio com Calunga

Calunga é o mentor espiritual do médium Luiz Antonio Gasparetto. A parceria Calunga-Gasparetto dura muitos anos. Não se sabe muito à respeito de suas origens, apenas uns poucos relatos que a própria entidade "deixa passar" fortuitamente em seus programas na Rádio Mundial.

Sabe-se que nasceu no século XVIII, em algum lugar do estado de Minas Gerais. Filho de ex-escravos ( a abolição havia sido proclamada quando ele nasceu), com uma avó africana (tribo nagô). Relata que teve 11 irmãos. Faleceu aos 54 anos, vítima de Meningite.
Possivelmente batizado por Sebastião (?). Era uma espécie de "curandeiro" e chegava a fazer até partos. Era muito ligado à avó, com quem aprendeu sobre remédios caseiros e rezas. Era muito procurado para curas, nesta época, em que a medicina era tão pouco desenvolvida.
Conta que era revoltado com "maldades" que os negros sofriam na época. Como fruto desta revolta, Calunga começou a praticar trabalhos espirituais contra aqueles que ele considerava merecedores. Estas pessoas, eram aquelas que realmente maltratavam muito dos negros e escravos, por isso, ele "achava" dentro de suas convicções da época, que estava fazendo algum tipo de "justiça".
Sua vida começou a mudar em um dia que estava na cachoeira, praticando um de seus trabalhos, quando teve uma visão de um Espirito de Luz, uma mulher, uma "santa". Esta mulher, lhe alertou sobre o mal que fazia, lhe explicou que não era bem assim e que do mesmo jeito que ele trazia coisas ruins com sua "prática", ele poderia trazer também coisas boas. A visão desta mulher foi tão marcante na vida dele, e o fez repensar tudo o que vinha fazendo.
Mas ao contrário dele mudar seus habitos e seguir para uma nova vida, Calunga simplesmente não pode mais continuar vivendo, devido a culpa e remorso que sentia pelo seu passado de vingança e acabou por desencarnar.
Seguiu no Umbral por muito tempo pois sua culpa não o deixava descansar. Perdeu sua forma humana e virou uma entidade sofrida e isolada. A partir do momento que se cansou de sofrer, se rendeu e começou o processo do auto perdão. Então já teve condições de ser levado e onde começou a trabalhar em um hospital ajudando as pessoas que haviam desercarnado como ele, com culpa. Ajudou também as pessoas que ele tinha prejudicado, e isto também foi o ajudando a se sentir melhor.
Hoje reside , no astral, em uma Comunidade (ele a define como Crística) cujo nome não foi citado por ele. É "casado" com duas mulheres, porém não sabemos como se procedem os casamentos lá, mesmo porque os conceitos morais são distintos. Segundo suas palavras: "como as duas não queriam se separar, ficamos nós três juntos". Tem como mentor um espírito chamado Hilário. A Comunidade em que ele vive é espiritualista e segue uma linha diferente do Nosso Lar de André Luis. Como o próprio Calunga diz: "os defuntos não ficam todos juntos, cada um segue para a Comunidade a qual ele tem afinidade".

domingo, 13 de setembro de 2009

Estilo de personalidade


"A primeira condição, sem contradita, é assegurar-se da fonte de onde elas (comunicações espirituais) emanam, quer dizer, das qualidades do Espírito que as transmite; mas não é menos necessário ter em vista as qualidades do instrumento que se dá ao Espírito; é preciso, pois, estudar a natureza do médium, como se estuda a natureza do Espírito, porque são os dois elementos essencias para se obter um resultado satisfatório". O Livro dos Médiuns - Allan Kardec

"Os Espíritos Superiores têm como objetivo o "pensar filosófico" sobre a imortalidade das almas, ou seja, a internção de levar às criaturas, cada vez mais, uma forma de pensamento capaz de iluminá-las interiormente acerca do sentido principal da existência. A imensidão dos sentidos - Hammed/Quico

Requisitos para ser bem-sucedido na vida:
1 - Auto-estima
2 - Comunicação
3 - Meta
4 - Atitude Positiva
5 - Trabalho
6 - Ambição
Ajude-se fazendo a sua parte - Dr. Lair Ribeiro

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Clareza de pensamento


“O segredo da libertação de todos os males está na autodescoberta e na aceitação de si mesmo. Quanto mais evitarmos olhar para nossas facetas desajustadas, compensando-as ilusoriamente ou projetando-as nas coisas ou nas pessoas, mais nos distanciaremos da paz.”
“A clareza de pensamento aparece no decorrer de processo de amadurecimento e crescimento espiritual, conduzindo-nos à compreensão de que toda deficiência precisa ser corajosamente aceita e entendida, para poder ser mudada.”

Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto
A imensidão dos sentidos

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Dimensões do Ter e do Ser


Palestra com Raul Teixeira
Reflexões sobre o supérfulo e o necessário. A procura do bem-estar como parte do progresso humano. A possibilidade, concedida ao ser humano, de estar na terra e desejar as coisas a fim de impulsionar o progresso, contudo, sem escravizar-se a elas.
A falsa crença de que Deus ama os miseráveis, a visão espírita a respeito da riqueza, a relação entre ser e ter, as propostas espíritas quanto a pobreza e a riqueza. A Doutrina Espírita e sua capacidade de regenerar o homem, libertando-o das fórmulas
simplistas e dos procedimentos, conduzindo-o à perfeição.

Vale a pena ouvir e refletir...

domingo, 30 de agosto de 2009

ECOS DO MUNDO


“As criaturas denominadas ecos do mundo são aquelas que estão na Terra à mercê de tudo o que as rodeia. Estão envolvidas, inconscientemente, por coisas, pessoas, situações e fatos, como folhas perdidas ao vento na imensidão de uma planície. Elas desconhecem as raízes de suas reações emocionais e ignoram as energias que chegam em seu campo sensório.”

“Os indivíduos que não falam e não se conduzem de acordo com suas próprias sensações energéticas quase sempre são inexpressivos.”

“Cada um de nós deve assumir o comando da própria casa mental.”

“O conhecimento do que somos é a nossa mais importante missão na Terra. O autoconhecimento nos deixa mais sintonizados com os sinais sutis dos mundos interno e externo, além de nos indicar os melhores caminhos para interagir harmonicamente com os outros, sem nos deixar à mercê das influências deles.”
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Programa Além da Matéria



Programa "Além da Matéria" com Robson Pinheiro e Marcos Leão, sobre as dificuldades nos Centros Espíritas e nas Reuniões Mediúnicas

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Uma Tomada de Consciência


O apego ao contingente, ao imediato, apaga na consciência dos nossos dias o senso de responsabilidade espiritual. Nem mesmo a ronda constante da morte consegue arrancar o homem atual da embriaguez do presente. O problema do espírito e da imortalidade só se aviva quando ligado diretamente a questões de interesse pessoal.

O católico, o protestante, o espírita se equivalem nesse sentido. Todos buscam os caminhos do espírito para a solução de questões imediatistas ou para garantirem a si mesmos uma situação melhor depois da morte. A maioria absoluta dos espiritualistas está sempre disposta a investir (este é o termo exato) em obras assistenciais, mas revela o maior desinteresse pelas obras culturais.

Apegam-se os religiosos de todos os matizes à tábua de salvação da caridade material, aplicando grandes doações em hospitais, orfanatos e creches, mas esquecendo-se dos interesses básicos da cultura. garantem os juros da caridade no após-morte, mas contraem pesadas dívidas no tocante à divulgação, sustentação e defesa de princípios fundamentais da renovação da cultura planetária.

A imprensa, a literatura, o ensaio, o estudo, a fixação das linhas mestras da nova cultura terrena ficam ao deus-dará. Falta uma tomada de consciência, particularmente no meio espírita, da responsabilidade de todos na construção e na elaboração da Nova Era, que é trabalho dos homens na Terra.

Ninguém ou quase ninguém compreende que sem uma estruturação cultural elevada, sem estudos aprofundados no plano cultural, que revelem as novas dimensões do mundo e do homem na perspectiva espírita, o Espiritismo não passará de uma seita religiosa de fundo egoísta, buscando a salvação pessoal de seus adeptos, precisamente aquilo que Kardec lutou para evitar.

A finalidade do Espiritismo, como Kardec acentuou, não é a salvação individual mas a transformação total do mundo, num vasto processo de redenção coletiva. Proporcionar aos jovens uma formação cultural apoiada numa positiva e completa base espiritual, que mostre a insensatez das concepções materialistas e pragmatistas, dando-lhes a firmeza necessária na sustentação e defesa dos princípios doutrinários, não é só caridade, mas também a realização efetiva dos objetivos superiores do Espiritismo nesta fase de transição.

Sem esse trabalho não poderemos avançar com segurança e eficácia na direção da Era do Espírito. Temos de dar às novas gerações a possibilidade de afirmarem, diante do desenvolvimento das Ciências e do avanço geral da Cultura, como disse Denis Bradley: "Eu não creio, eu sei!" Porque é pelo saber, e não pela crença, pela fé racional e não pela fé cega, pelo conhecimento e não pelas teorias indemonstráveis que o Espiritismo, como revelação espiritual, terá de modelar a nova realidade terrena, apoiado na confirmação científica, pela pesquisa, dos seus postulados fundamentais. A revelação humana confirma e comprova a revelação divina.

Esse é o problema que ninguém parece compreender. Todos sonham com o momento em que a Ciência deverá proclamar a realidade do espírito. Mas essa proclamação jamais será feita, se a Ciência Espírita não atingir a maioridade, não se confirmar por si mesma, podendo enfrentar virilmente, no plano da inteligência e da cultura, a visão materialista do mundo e a concepção materialista do homem.

Por isso precisamos de Universidades Espíritas, de Institutos de Cultura Espírita dotados de recursos para uma produção cultural digna de respeito, de Laboratórios de Pesquisa Psíquica estruturados com aparelhagem eficiente e orientados por metodologia segura, planejada e testada por especialistas de verdade, capazes de dominar o seu campo de trabalho e de enfrentar com provas irrefutáveis os sofismas dos negadores sistemáticos. É uma batalha que se trava, o bom combate de que falava o Apóstolo Paulo, agora desenvolvido com todos os recursos da tecnologia.

Chega de pieguice religiosa, de palestras sem fim sobre a fraternidade impossível no meio de lobos vestidos de ovelhas. Chega de caridade interesseira, de imprensa condicionada à crença simplória, de falações emotivas que não passam de formas de chantagem emocional.

Precisamos da Religião viril que remodela o homem e o mundo na base da verdade comprovada. Da caridade real que não se traduz em esmolas, mas na efetivação da fraternidade humana oriunda do conhecimento de nossa constituição orgânica e espiritual comuns, ou seja, da inelutável igualdade humana. De exposições sábias e profundas dos problemas do espírito, nascidas da reflexão madura e do estudo metódico e profundo.

Temos de acordar os dorminhocos da preguiça mental e convocar a todos para as trincheiras da guerra incruenta da sabedoria contra a ignorância, da realidade contra a ilusão, da verdade contra a mentira. Sem essa revolução em nossos processos não chegaremos ao mundo melhor que já está batendo, impaciente, às nossas portas.

Não façamos do Espiritismo uma ciência de gigantes em mãos de pigmeus.

Ele nos oferece uma concepção realista do mundo e uma visão viril do homem. Arquivemos para sempre as pregações de sacristão, os ursinhos de miniaturas de anjos, à semelhança das miniaturas japonesas de árvores.

Enfrentemos os problemas doutrinários na perspectiva exata da liberdade e da responsabilidade de seres imortais. Reconheçamos a fragilidade humana, mas não nos esqueçamos da força e do poder do espírito encerrado no corpo. Não encaremos a vida cobertos de cinzas medievais. Não façamos da existência um muro de lamentações.

Somos artesãos, artistas, operários, construtores do mundo e temos de construí-lo segundo o modelo dos mundos superiores que explendem nas constelações. Estudemos a doutrina aprofundando-lhe os princípios.

Remontemos o nosso pensamento às lições viris do Cristo, restabelecendo na Terra as dimensões perdidas do seu Evangelho. Essa é a nossa tarefa.

José Herculano Pires
Filósofo e professor
(1914-1979)

domingo, 23 de agosto de 2009

Vocação, não obrigação



“A mediunidade está intimamente ligada à vocação, aptidão, realização, criatividade, espontaneidade, e desvinculada por completo de qualquer obrigação ou pressão auto-imposta.”

“O que mata o talento, na maioria da vezes, são as regras autoritárias de conduta, pois todos somos convocados a viver com naturalidade.”

“Apesar da tendência íntima dos indivíduos de viver em grupos, isto é, em sociedade, há neles uma natureza individual e uma necessidade peculiar de seguir seu próprio caminho. Vocação é ouvir a voz da própria alma.”

“Não somos obrigados a nada!”

“Deus não dá encargos e incumbências às criaturas, mas coloca nelas vocações ou predisposições inatas.”

“A mediunidade se transforma em crescimento e amadurecimento espiritual quando for exercida com prazer e compreendida em termos de espontaneidade e predisposição natural.”

Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto
A imensidão dos sentidos

domingo, 9 de agosto de 2009

Ilusão e Realidade



“O ser vê as coisas e o mundo tal como ele é.”

“À medida que nos transformamos, vamos mudando nossa visão da Criação e das criaturas.”

“Seria muito simples ser aquilo que somos, tomar posse de nossos verdadeiros dons divinos, evitando desse modo todo sofrimento e esforço para aparentarmos aquilo que não somos.”

Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto no livro “A imensidão dos sentidos”

domingo, 2 de agosto de 2009

Honestidade Emocional


“Precisamos deixar um espaço para trabalhar nossos sentimentos e emoções. Somos seres humanos, não marionetes.”
“A edificação da paz no reino interior se estabelece em nós definitivamente quando começamos a cultivar a “honestidade emocional” em todas as nossas relações, com nós mesmos ou com os outros.”
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto em A imensidão dos sentidos

Waldo Vieira: Questões Emocionais



domingo, 26 de julho de 2009

O simbolismo dos sonhos


"Todos aqueles que se candidatam à espiritualização não podem viver acomodados à vida de superfície. preocupados mais com as aparências do que com a realidade interior. Precisam afinar a sensibilidade, aquietar a mente e utilizar o "olho interior", a fim de expandirem a consciência."
"O sonho é um dos melhores agentes de informação sobre o estado físico, psíquico e espiritual dos indivíduos. Ele fornece amiúde símbolos vivos dissimulados sob a forma de imagens de seres estranhos a quem sonha."
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto em "Imensidão dos sentidos"

Viagem astral - desdobramento

Entrevista com o professor espiritualista Wagner Borges sobre as chamadas viagens astrais.

domingo, 19 de julho de 2009

Consciência de orgulho


"Os orgulhosos estão mais interessados no modo como se apresentam do que no modo como sentem."
"Como os sentimentos são uma realidade primordial da vida humana, não estar em contato com os próprios sentimentos causa, progressivamente, uma grave descompensação emocional."
"Querem ter a aparência do que não são; assim perdem a sinceridade, a criatividade e a originalidade. Vivem concentrados nos póprios interesses, mas carentes dos verdadeiros valores do Espírito - ética, bom senso, sensibilidade e naturalidade."

Hammed através do médium Francisco do Espírito Santo Neto no livro "A imensidão dos sentidos".

quarta-feira, 15 de julho de 2009

HORIZONTES

Conversa Franca com
Leonardo Möller, Agnaldo Paviani, Ricardo Nogueira e Marcos Leão
No Programa Horizontes da Rádio Mundial.

VALE APENA OUVIR


AGNALDO

LEONARDO

domingo, 12 de julho de 2009

Instrumento da Vida


A Natureza é criação divina, e nós, filhos de Deus, somos também Natureza.

Os Espíritos Superiores sabem que em todas as coisas vivas e não vivas há uma qualidade divina, que deve ser respeitada.
Hammed através do médium Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 5 de julho de 2009

Criatividade



O ser criativo mantém estrita ligação com a inspiração, porque olha o mundo com ampla visão de liberdade íntima. Não tenta resolver seus problemas atuais lançando mão de experiências negativas do passado, mas soluciona suas dificuldades revendo todos os seus valores internos e buscando novas idéias, reorganizando, assim, sua vida interior.Hammed / Quico

domingo, 28 de junho de 2009

Capacidade Ignorada - A força do Pensamento



"A força do pensamento influencia o próprio destino humano. O ato de pensar é um dos mais poderosos recursos do indivíduo; é a própria capacidade da mente de transfortmar ondas energéticas, dando-lhes solidez, forma e sentido. A matéria mental é o instrumento sutil da vontade, atuando na manutenção e na estrutura do corpo físico."
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 21 de junho de 2009

Compulsão Obsessiva



Se investigássemos a origem e a causa das obsessões – doenças da alma -, as encontraríamos em nossos pontos fracos e em determinados comportamentos autodestrutivos que, conscienten ou inconscientemente, adotamos.
(Imensidão dos Sentidos – Hammed, pag. 48)
Acreditamos que as coisas e as pessoas é que nos fazem infelizes, mas isso não é verdade – somos causa e efeito de nós mesmos. Não existe fatalismo em nossa vida, apenas atração e repulsão, conforme nossa sintonia vibracional.

Quando aprendemos a pensar e agir de maneira moderada e saudável, a obsessão termina, porque nos torna-mos livres e equilibrados, não mais perpetuando os pensamentos desajustados.

(Imensidão dos Sentidos – Hammed, pag. 49)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Arrogância



"Compreender nossos sentimentos é entender as raízes de nossas reações
perante o mundo que nos rodeia."

"A causa de tudo está dentro e não fora de nós."

"Os indivíduos, ao invés de rejeitar seus sentimentos, deveriam usá-los como guias para interpretar sua vida interior. Eles definem e iluminam nossa compreensão em contato com a esfera física e astral. São nossos aliados, e não inimigos."

Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 7 de junho de 2009

Sintonia



Estudando as relações dos Espíritos com os homens, Allan Kardec pergunta à espiritualidade: "Os Espíritos influem sobre os nossos pensamentos e as nossas ações?" E eles respondem: "Nesse sentido, a sua influência é maior do que supondes, porque muito freqüentemente são eles que vos dirigem".
Toda influência espiritual respeita a afinidade entre os agentes envolvidos no processo.
Allan Kardec prossegue no seu diálogo com a espiritualidade e vai desvendando todos os mecanismos e leis envolvidas no processo de influência dos espíritos. Ele constata a existência da lei de sintonia e afinidade, que determina toda a interação entre as dimensões física e espiritual.
A Doutrina Espírita é progressiva e progride pelos ensinamentos dos próprios Espíritos através dos tempos. Nos dias de hoje, o Espírito Hammed nos ensina que sintonia é o estado em que se encontram duas pessoas que se acham numa mesma igualdade de emoção, ponto de vista, crença ou pensamento.
Toda interferência espiritual acontece respeitando a afinidade entre os agentes envolvidos no processo. Exemplo: quando pensamos no bem, atraímos quem é do bem; quando pensamos no mal, atraímos quem é do mal. Por isso, nos ensina o espírito Manoel Philomeno de Miranda:
"Pelo pensamento, cada um de nós elege a companhia espiritual que melhor nos apraz". Concordando com o que também ensina Hammed: "Ninguém simplesmente 'pega' energias nocivas ou atrai espíritos infelizes de modo casual ou fortuito. A vida não é injusta. Temos o que merecemos. Não somos vítimas impotentes vivendo um destino impiedoso. Nada é por acaso, e todo efeito tem causa. Se estamos sendo foco de algum tipo de obsessão ou perturbação espiritual, é porque de alguma forma as provocamos". Escreveu Allan Kardec: "É asssim que Deus deixa à nossa consciência a escolha da rota que devemos seguir e a liberdade de ceder a uma ou a outra das influências contrárias que se exercem sobre nós".
José Antonio Ferreira da Silva - Livro "Sob os olhos da alma"

domingo, 31 de maio de 2009

Onde está você?


Olhando-me no espelho
Vejo que o tempo passou
Criando um abismo entre o ontem e o hoje
Não me permitindo nem lembranças
Minha mente não consegue recordar
Recordar o que poderia ter sido, mas não foi
Que sentimento é esse que me atormenta
Minha alma solta um grito mudo
Onde está você, em que vida te perdi?

Olho para trás, meu olhar se perde
Não consigo enxergar com nitidez
O tempo passa e o espaço aumenta.
Não consigo vê teu rosto, teu olhar
Onde nos perdemos, o que aconteceu
Minha alma sente falta, mas não sabe precisar
Quem éramos, onde estávamos
Minha alma solta um grito mudo
Onde está você, em que vida te perdi?

Olho em volta, mesmo com o olhar turvo
Sei que não estás nas caras que vejo
Não sinto tua presença, teu olhar, tua luz
Não posso explicar como, simplesmente sinto.
Como dói saber que hoje não estás aqui
Há um abismo, espaço e tempo, entre nós
Não te vejo no presente, estarás no futuro...
Minha alma solta um grito mudo
Onde está você, em que vida te perdi?

Olho para frente, meu olhar se perde
Tento nos ver no futuro
Será possível ver o amanhã?
Acredito que não, isso me esmaga a alma
Sinto a dor da incerteza, ou será da certeza...
Certeza, que não irei encontrar-te no futuro
Pelo menos enquanto no presente, não resolver o passado
Minha alma solta um grito mudo
Onde está você, em que vida te perdi?

José Antonio Ferreira da Silva

terça-feira, 26 de maio de 2009

TORMENTOS


Em minha cabeça,
Ansiedade e tormento,
O que faço aqui?
Cobranças roubam-me a alegria de viver.
Exijo-me uma genialidade que não possuo,
Cobro-me:
Uma luz que ainda não tenho.

Na minha cabeça,
Ansiedade e tormento,
Quem sou eu?
Nostalgias tiram-me a alegria de viver.
Mas, de onde vem... Qual a causa...
Cadê o sorriso no espelho,
Se não vejo razão para lágrimas.

Na minha cabeça,
Ansiedade e tormento,
Quem são vocês?
A solidão tira-me a alegria de viver.
Sinto falta dos meus, onde estão?
Serei alienígena, exilado ou o quê?
Sinto-me um estranho.

Na minha cabeça,
Ansiedade e tormento,
Quero voltar!
A Saudade tira-me a alegria de viver.
Já não agüento mais isso aqui,
Desejo voltar, pra onde? Não sei...
Mas, aqui não dar...

José Antonio Ferreira da Silva

domingo, 24 de maio de 2009

Autopercepção



“A autopercepção é o somatório de todas as impressões internas e externas ao mesmo tempo. Através dessa “sensação generalizada”, a criatura entra em contrato com si mesma, podendo traduzir com certeza se é sua ou não a emoção registrada e de onde ela se origina.”
“Quando não sabemos distinguir nossas impressões ou emoções, ficamos à mercê das mais diversas ondas magnéticas, como se estivéssemos oprimidos por um mundo desordenado.”
“A autopercepção é uma atividade dos nossos sentidos. Portanto, lembremo-nos: se não exercitarmos uma constante comunicação com nós mesmos, simplesmente não poderemos nos comunicar, de forma apropriada, com os outros indivíduos, encarnados ou desencarnados.”

A imensidão dos sentidos
Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 17 de maio de 2009

SER BOM



"Ser bom é olhar as coisas e as pessoas com os “olhos do
amor”. A criatura que aprendeu a ver tudo com bons olhos
consegue perceber que todas as ocorrências da vida estão
caminhando para uma renovação enriquecedora. No Universo
nada acontece que não tenha uma finalidade útil e providencial.
As grandes dificuldades não significam castigos ou punições,
mas caminhos preparatórios para se alcançar dentro em breve
um bem maior."

"Há uma diferença entre bondade e desatenção às
necessidades pessoais. Ser bom não é ter uma vida associada à
autonegação ou autonegligência, nem mesmo ajustar-se
obsessivamente às exigências e necessidades dos outros. Acima
de tudo, o bondoso conhece e defende os próprios direitos, ou
seja, sabe cuidar de si mesmo. Entretanto, cuidar de si não
quer dizer eu antes de tudo, mas com certeza significa eu
também. A expressão “cuidar de si” não deriva do egoísmo ou
do orgulho, mas traduz o dever de amar a criatura que temos
responsabilidade de amparar – nós mesmos."

Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto

domingo, 10 de maio de 2009

SINTOMAS DE MEDIUNIDADE




A mediunidade é faculdade inerente a todos os seres humanos, que um dia se apresentará ostensiva mais do que ocorre no presente momento histórico.
À medida que se aprimoram os sentidos sensoriais, favorecendo com mais amplo cabedal de apreensão do mundo objetivo, amplia-se a embrionária percepção extrafísica, ensejando o surgimento natural da mediunidade.
Não poucas vezes, é detectada por características especiais que podem ser confundidas com síndromes de algumas psicopatologias que, no passado, eram utilizadas para combater a sua existência.
Não obstante, graças aos notáveis esforços e estudos de Allan Kardec, bem como de uma plêiade de investigadores dos fenômenos paranormais, a mediunidade vem podendo ser observada e perfeitamente aceita com respeito, face aos abençoados contributos que faculta ao pensamento e ao comportamento moral, social e espiritual das criaturas.
Sutis ou vigorosos, alguns desses sintomas permanecem em determinadas ocasiões gerando mal-estar e dissabor, inquietação e transtorno depressivo, enquanto que, em outros momentos, surgem em forma de exaltação da personalidade, sensações desagradáveis no organismo, ou antipatias injustificáveis, animosidades mal disfarçadas, decorrência da assistência espiritual de que se é objeto.
Muitas enfermidades de diagnose difícil, pela variedade da sintomatologia, têm suas raízes em distúrbios da mediunidade de prova, isto é, aquela que se manifesta com a finalidade de convidar o Espírito a resgates aflitivos de comportamentos perversos ou doentios mantidos em existências passadas. Por exemplo, na área física: dores no corpo, sem causa orgânica; cefalalgia periódica, sem razão biológica; problemas do sono _ insônia, pesadelos, pavores noturnos com sudorese -; taquicardias, sem motivo justo; colapso periférico sem nenhuma disfunção circulatória, constituindo todos eles ou apenas alguns, perturbações defluentes de mediunidade em surgimento e com sintonia desequilibrada. No comportamento psicológico, ainda apresentam-se: ansiedade, fobias variadas, perturbações emocionais, inquietação íntima, pessimismo, desconfianças generalizadas, sensações de presenças imateriais _ sombras e vultos, vozes e toques _ que surgem inesperadamente, tanto quanto desaparecem sem qualquer medicação, representando distúrbios mediúnicos inconscientes, que decorrem da captação de ondas mentais e vibrações que sincronizam com o perispírito do enfermo, procedentes de Entidades sofredoras ou vingadoras, atraídas pela necessidade de refazimento dos conflitos em que ambos _ encarnado e desencarnado _ se viram envolvidos.
Esses sintomas, geralmente pertencentes ao capítulo das obsessões simples, revelam presença de faculdade mediúnica em desdobramento, requerendo os cuidados pertinentes à sua educação e prática.
Nem todos os indivíduos, no entanto, que se apresentam com sintomas de tal porte, necessitam de exercer a faculdade de que são portadores. Após a conveniente terapia que é ensejada pelo estudo do Espiritismo e pela transformação moral do paciente, que se fazem indispensáveis ao equilíbrio pessoal, recuperam a harmonia física, emocional e psíquica, prosseguindo, no entanto, com outra visão da vida e diferente comportamento, para que não lhe aconteça nada pior, conforme elucidava Jesus após o atendimento e a recuperação daqueles que O buscavam e tinham o quadro de sofrimentos revertido.
Grande número, porém, de portadores de mediunidade, tem compromisso com a tarefa específica, que lhe exige conhecimento, exercício, abnegação, sentimento de amor e caridade, a fim de atrair os Espíritos Nobres, que se encarregarão de auxiliar a cada um na desincumbência do mister iluminativo.
Trabalhadores da última hora, novos profetas, transformando-se nos modernos obreiros do Senhor, estão comprometidos com o programa espiritual da modificação pessoal, assim como da sociedade, com vistas à Era do Espírito imortal que já se encontra com os seus alicerces fincados na consciência terrestre.
Quando, porém, os distúrbios permanecerem durante o tratamento espiritual, convém que seja levada em conta a psicoterapia consciente, através de especialistas próprios, com o fim de auxiliar o paciente-médium a realizar o autodescobrimento, liberando-se de conflitos e complexos perturbadores, que são decorrentes das experiências infelizes de ontem como de hoje.
O esforço pelo aprimoramento interior aliado à prática do bem, abre os espaços mentais à renovação psíquica, que se enriquece de valores otimistas e positivos que se encontram no bojo do Espiritismo, favorecendo a criatura humana com alegria de viver e de servir, ao tempo que a mesma adquire segurança pessoal e confiança irrestrita em Deus, avançando sem qualquer impedimento no rumo da própria harmonia.
Naturalmente, enquanto se está encarnado, o processo de crescimento espiritual ocorre por meio dos fatores que constituem a argamassa celular, sempre passível de enfermidades, de desconsertos, de problemas que fazem parte da psicosfera terrestre, face à condição evolutiva de cada qual.
A mediunidade, porém, exercida nobremente se torna uma bandeira cristã e humanitária, conduzindo mentes e corações ao porto de segurança e de paz.
A mediunidade, portanto, não é um transtorno do organismo. O seu desconhecimento, a falta de atendimento aos seus impositivos, geram distúrbios que podem ser evitados ou, quando se apresentam, receberem a conveniente orientação para que sejam corrigidos.
Tratando-se de uma faculdade que permite o intercâmbio entre os dois mundos _ o físico e o espiritual _ proporciona a captação de energias cujo teor vibratório corresponde à qualidade moral daqueles que as emitem, assim como daqueloutros que as captam e as transformam em mensagens significativas.
Nesse capítulo, não poucas enfermidades se originam desse intercâmbio, quando procedem as vibrações de Entidades doentias ou perversas, que perturbam o sistema nervoso dos médiuns incipientes, produzindo distúrbios no sistema glandular e até mesmo afetando o imunológico, facultando campo para a instalação de bactérias e vírus destrutivos.
A correta educação das forças mediúnicas proporciona equilíbrio emocional e fisiológico, ensejando saúde integral ao seu portador.
É óbvio que não impedirá a manifestação dos fenômenos decorrentes da Lei de Causa e Efeito, de que necessita o Espírito no seu processo evolutivo, mas facultará a tranqüila condução dos mesmos sem danos para a existência, que prosseguirá em clima de harmonia e saudável, embora os acontecimentos impostos pela necessidade da evolução pessoal.
Cuidadosamente atendida, a mediunidade proporciona bem-estar físico e emocional, contribuindo para maior captação de energias revigorantes, que alçam a mente a regiões felizes e nobres, de onde se podem haurir conhecimentos e sentimentos inabituais, que aformoseiam o Espírito e o enriquecem de beleza e de paz.
Superados, portanto, os sintomas de apresentação da mediunidade, surgem as responsabilidades diante dos novos deveres que irão constituir o clima psíquico ditoso do indivíduo que, compreendendo a magnitude da ocorrência, crescerá interiormente no rumo do Bem e de Deus.

Manoel P. de Miranda
(Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco, no dia 10 de julho de 2000, em Paramirim, Bahia).