domingo, 28 de julho de 2013

Amor é quando você viu quem você é...




"... Amor é radiância, a fragrância de conhecer a si mesmo, de ser você mesmo. Amor é uma alegria transbordante. Amor é quando você viu quem você é; então não resta nada exceto compartilhar o seu ser com outros. Amor é quando você viu que não está separado da existência. Amor é quando você sentiu uma unidade orgânica, com tudo que é. Amor não é um relacionamento. Amor é um estado de ser; não tem nada a ver com nenhuma outra pessoa. A pessoa não está em Amor, ela é amor. E é obvio que quando alguém é amor, ele está em amor – mas isso é uma consequência, um subproduto, não é a fonte. A fonte é que a pessoa é amor. Amor é quando você conheceu o seu céu interior. Amor é um profundo desejo de abençoar a existência toda... O amor é algo eterno...." Osho

“As pessoas imaturas se apaixonando, destroem a liberdade uma da outra, criam uma escravidão, fazem uma prisão. As pessoas maduras se amando, ajudam uma à outra a ser livre; ajudam uma à outra a destruir todos os tipos de escravidão. E quando o amor fui com liberdade, há beleza. Quando o amor flui com dependência, há feiura.” Osho

“Os indivíduos de temperamento neurótico, tornaram-se incapazes de mante um relacionamento estável. Pela própria constituição psicológica, são portadores de afetividade obsessiva, e, porque inseguros, são desconfiados, ciumentos, por consequência depressivos ou capazes de inesperadas irrupções de agressividade.” 
“Quando se vinculam, fazem-se absorventes, castradores, exigindo que os seus afetos vivam em caráter de exclusividade para eles. São, desse modo, relacionamentos perturbadores, egocêntricos.”
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Falta algo...




"Se você se sente na vida entre passagens de nível, sem saber por onde seguir, não falta algo à estrada, falta em você."

Kelvin Van Dine / Waldo Vieira

domingo, 7 de julho de 2013

HERANÇA DE SI PARA SI


A herança legitima se faz de si para si.
Na evolução espiritual, antes de tudo, somos descendentes de nós, antepassados de nossa alma, herdeiros diretos do que fomos.
Vivemos na matéria densa para alcançar o auto-aperfeiçoamento.
No conhecimento de nós próprios todos somos alunos.
Na Terra, ninguém ainda se diplomou na ciência de entender a si. Quando isso acontecer, o Espírito não mais reencarnará neste Globo. Mudará de escola, transferir-se-á de residência, viverá em outro mundo. Aqui temos o nosso curso de aulas onipresentes e estágios incessantes, com tomadas de lição a cada hora.
Há existências de total servidão espiritual. Na base dos fatos, cada qual de nós só se constitui senhor ou escravo, amigo ou adversário, vitima ou verdugo de si mesmo, exclusivamente.
Na grande maioria, por muitas encarnações cada um paradoxalmente só tem escrito, na vida diuturna, o próprio diário abordando atos alheios, esquecido de si, quase sempre.
Reconhecimento e autocrítica são dons nascidos da racionalidade.
Se raciocinamos é, em primeiro lugar, para distinguir a nossa realidade.
Quando na condição humana, não podemos existir como o buldogue, que não se examina e nem se importa com a ausência de simpatia.
Não podemos menosprezar a higiene como o gambá, que não sente o próprio odor.
Não nos podemos alimentar como o abutre, que não identifica a extravagância de seus apetites.
Não podemos encolerizar-nos como o tigre, que nem desconfia de sua ferocidade.
Vacilação e desapontamento formam entre os fatores que nos revelam a auto-ignorância.
Quem se conhece sabe o que quer, não hesita e nem tão-pouco se decepciona, pois age a par das possibilidades pessoais.
Não nos fantasiemos. Registremos as nossas características bifaces entre animalidade e angelitude.
Nos pensamentos, nem sempre os nossos anseios exprimem limpidez.
Nas atitudes, nem sempre os nossos gestos exprimem elevação.
Nas palavras, nem sempre a inflexão de nossa voz reflete entendimento.
Nas análises, nem sempre as nossas conclusões se fundamentam na justiça.
Lembre-se de que a verdadeira experiência cresce com quem busca conhecer-se.
Se desencarnados estamos a caminho do renascimento, agora ou depois, você, encarnado, avança para a desencarnação.
E nascer e morrer na carne são fases impostas para o auto-exame inevitável.
  

KELVIN VAN DINE / WALDO VIEIRA